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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Jogadores destacam a importância do apoio da torcida

É uma química especial que o time vive hoje com a torcida. Na arquibancada, a galera incentiva; no campo, os jogadores retribuem com empenho e, acima de tudo, bom futebol. Para que esta química continue, os jogadores estão a cada entrevista convocando a torcida para lotar o Barradão, sábado, no último jogo do Vitória este ano em seu santuário.

“Eles (torcedores) nos últimos jogos têm feito a parte deles e para que o torcedor venha ao estádio precisa a gente estar jogando bem e isto tem acontecido e por isso eles vieram. A torcida bateu o recorde da segunda divisão A gente torce para que venha em maior número porque quanto mais torcedor para nos incentivar é importante e tem feito a diferença. Você ver que num jogo complicado, onde nós tínhamos desfalques, mesmo assim fomos superior o tempo inteiro matando a equipe do Criciúma com o apoio da torcida que foi importante”, comenta o zagueiro Jean, um dos líderes da equipe.

O que esperar do jogo de sábado, contra o São Caetano, às 17 horas, no Barradão: “Que saiam todos daqui felizes, jogadores e torcedores, e com esperança de no último jogo brigar pela vaga no G4 e, consequentemente, o acesso”, acrescenta Jean.

Jean alerta, porém, que todo cuidado é pouco diante do São Caetano: “Além dos bons jogadores que tem a equipe do São Caetano, tem um treinador (Márcio Araújo) experiente, que entende de futebol. Eu, particularmente, gosto muito do Márcio, apesar de não ter trabalhado com ele. Vai ser um jogo difícil muito mais pela situação deles”.

Capitão da equipe, o meia-atacante Geovanni fez um trabalho especial com o fisioterapeuta Clício Alves. O exame no joelho apontou uma inflamação, mas nada que impeça o jogador de atuar sábado.

“Estou convocando os torcedores desde já e espero que seja batido o recorde do último jogo (27 mil e 237 pagantes, maior público do Brasileiro da Série B). Que venham mais torcedores para que possamos sair daqui com uma boa vitória”.

Para Geovanni, depois de um início desacreditado, o Vitória passou a ter reais chances de obter a classificação para a Série A, e vencer o São Caetano será muito importante. “É difícil jogar contra o São Caetano, tem jogadores de qualidade, porém, o nosso sonho está em jogo. É o sonho de chegar à elite do futebol, então, respeitando os adversários, restam dois jogos e eu creio que os concorrentes diretos vão tropeçar”, disse Geovanni.

E continua: “A confiança sempre existiu no grupo. Fico feliz todo dia que chego aqui para treinar porque você ver a amizade e o companheirismo Conseguimos fazer um grupo forte e são dois jogos para coroar o nosso sonho. Creio que no próximo jogo será uma batalha e temos conversado muito para não ser surpreendido porque é um jogo decisivo para o São Caetano e também para o Vitória”.

Neste feriado de 15 de novembro, Proclamação da República, os jogadores treinaram pela manhã no campo 3 do CT Manoel Pontes Tanajura. Fábio Santos e Uelliton ficaram em tratamento no departamento médico, Nino e Geovanni fizeram uma atividade na academia. Nino sofreu um trauma no pé e, por isso, não treinou com bola.

O treino foi comandado pelos auxiliares Miguel Amaral, Ricardo Silva e Flávio Tanajura. Eles dividiram quatro times e realizaram um trabalho de posse de bola em campo reduzido.

Os times: camisa cinza – Léo Fortunato, Alison, Fernandinho, Preto, Marcelo, Lúcio Flávio e Edson; colete branco – Reniê, Rildo, Léo, Charles Vagner, Jean, Gilberto e Geraldo; camisa laranja – Mineiro, Gabriel Paulista, Lucas Garcia, Xuxa, Alan Henrique, Rychely e Zé Luís; colete preto – Maurício, Felipe, Neto, Neto Coruja, Rodrigo Mancha, Leilson e Arthur Maia.

Nesta quarta-feira o treinamento será às 16 horas e Benazzi pode realizar um coletivo para começar a definir a formação.

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